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terça-feira, 15 de janeiro de 2019

MINI CONSOLES RETRÔ E SEUS VALORES ABSURDOS NO BRASIL. VALE A PENA TANTA NOSTALGIA?!



Os videogames marcaram a vida de muitas pessoas e junto a eles vêem seus jogos clássicos que rederam horas de fichas e dedos gastos. Os games estão na vida dos usuários como o celular estar para nossos hábitos de hoje, são indispensáveis. A cada geração eles se renovam e criam novos símbolos e tendência no senário. O mundo retrô é um campo onde gera diversas discussões  onde muitos se aventuram para oferecer ou explorar a diversão de um público casa vez mais exigente.

O mundo do Retrogamer é um mercado riquíssimo que gera polemica por conta dos direitos de cada empresa. É fácil encontra na internet anúncios de desses mini consoles que aos primeiros "modelos" eram dito como curiosidade do "como é legal! dá mesmo para criar um videogame em casa?!" e eles explodiram no mercado com cada vez mais jogos e valores absurdos. O termo pirataria é uma constante recorrente a esse tipo de negócio.

As pessoas que exploram esse mercado de mini consoles aproveitam a falta de conhecimento dos usuários que não ligam mesmo para como é feito e os valores investidos e cobrados, só quem poder jogar e reviver tudo de novo. É praticamente unanime o esquema usado por várias "marcas" de mini consoles, pois é básica configuração de uma "Placa de Retroemulação", Raspberry Pi modelos 1, 2, 3 ou similares, carcaça de plástico, emuladores grátis, jogos (rons) baixados de graça e sem licença e dois controles de qualidade duvidosa e uns cabos "mei de feira" no pacote. Sem contar os que arriscam na comercialização de "Fliperamos Caseiros" feitos no mesmo sistema, mas no lugar de joysticks mesas com manetes e botões, sem contar os "GmaeBoy Retrô" feitos na mesmo arquitetura.

A Raspberry Pi é um projeto de mini PC para incentivar as crianças a programa na escola, mas com um grande potential que tem os usuários viram nela possibilidades quase infinitas para automação e robótica. Um dos leques da placa é a capacidade de usar um sistema operacional como seu fim e instalação de programas como emuladores e afins. Junte tudo isso a um compo novo de negócio e custo baixo de produção e temos um novo "golpe" na praça.

Os preços cobrados pelo serviço é absurdo quando se compara com que é investido na sua "construção", pois os valores de importação são necessários aos enviamento de serviço. Valores entre 700,00 a 1.500,00 reais mais frete. Onde não chegam a gasta nem 300,00 reais em montagem final dependendo do sistema. Sites como o Mercado Livre é possível ver modelos mais simples por volta dos 350,00 a 500,00 reais. Vamos primeiro aos emuladores que não são desenvolvidos pelas "Empresas" e nem são comprados por elas,  simplesmente são baixados  da internet junto aos jogos (rons) onde nenhuma produtora deu licença para que seus games sejam usados dessa forma. Segundo as Carcaças, controles e placa são conseguidos de maneira fácil com o custo que não chega a metade do valar cobrado ao consumidor final. O trabalho que os mesmos têm são as etapas de montagem e divulgação onde são facilmente encontrados em sites e propagados em redes sociais e compra quem quiser, pois se tem oferta há uma demanda. O usuário na maioria das vezes não sabe o que levando e pensa que todo o custo é o valor real que paga devido a todo o ensaio feito para desfasar a cara do produto que apesar de suspeita qualidade entrega o que o usuário quer, diversão.


É crime usar da propriedade alheia (de todas as maneiras) para se obter vantagem indevida isso se enquadrando na ação de pirataria. O uso intelectual dessas propriedades mesmo que de forma individual e particular não tira a responsabilidade do agente. "Empresas" que usam dessas atividades estão sujeitas a repreensão legal, mesmo com todos os tramites legais e dias para o funcionamento os seus atos de caráter  criminoso que impedem sua comercialização.

A pirataria não é de um todo o mau, mas trás consequências graves ao mercado e a sociedade por um todo. Contra isso as Empresas detentores dos jogos e consoles estão lançando seus próprios mini consoles como a Sony e Nintendo fez além da TechToy que relançou o Mega Drive na sua versão clássica e novas mecânicas. Produtores como a Sega, Capcom estão disponibilizando seus jogos de forma gratis para plataformas móveis e versões remasterizadas para consoles de mesa. A Atari também anunciou um novo videogame com jogos antigos e games da nova geração. A guerra contra sites piratas vêem se intensificando e servidores como o "Emu Paradise" estão anunciado um fim das atividades e distribuição de arquivos. A Nintendo anunciou o "fim dos flags" aos canais de gameplayer no youtube e agora os criadores podem usar os jogos da empresa nas suas produções, isso respeitando as diretrizes da plataforma. 

O preço do comodismo. Os mini consoles por tudo que já foi dito é o projeto fácil que da para fazer em casa e de várias maneiras. As formas mais comuns são através das planas, mas dá para ter a mesmo experiência com Notebook com espelhamento em SmarTV, em TV Box e até com Smatphones e Tablets com suporte a HDMI e outros periféricos como cabo OTG para o uso teclados, mouse e controles USB e Bluetooth. Tudo isso feito em casa com o baixo custo e às vezes sai de "graça", pois já tem todos so matérias necessários além de fazer uso de ações também já citadas acima.

O custo de ter tudo isso de forma legal ainda é alto, mas de certa forma aceitado por toda a produção, distribuição e patentes a serem pagas. O poder ainda é do consumidor só ele pode definir o que pode ser melhor aos seu momento. Investir em um mercado, acreditar nele e criar uma tendência não é errado, mas explorar a boa fé das pessoas com serviços "meio boca" e de péssima qualidade é. Os meios sitados a cima se referem a práticas criminosas e o mau uso da propriedade de terceiros e o consumidor que quiser adquirir tais produtos estão livre a escolha do melhor investimento. O bem do sentimento são de valores pessoais e únicos só o usuário pode definir quanto isso vale e pode fazer a diferença na sua vida: relembrar histórias, conquistas, dias e pessoas que não voltam mais se esse é o seu preço então não tem preço.

Veja também: Pontos positivos e Negativos da Pirataria (CLIQUE AQUI).
Imagens: TechTudo

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